Data de nascimento : 5 de Outubro de 1989
Naturalidade : Luanda

Brigite da Conceição Francisco dos Santos
Filiação: Francisco Manuel Agostinho dos Santos e Ana Maria dos Santos e Santos

Serena, sempre disposta a ajudar, simpática. Tem um sorriso contagiante, apresentadora e futura mulher de negócios. Brigite dos Santos gosta de ouvir música e de estar com os seus amigos. Confessa que o seu maior defeito é ser muito teimosa. A bela menina humilde de Luanda é solteira e a quarta filha de oito irmãos (quatro meninas e quatro rapazes).
Quem é a Brigite dos Santos?
Sou muito batalhadora, determinada, mimosa. Apego–me facilmente às pessoas.
Desde pequena que sempre sonhou ser Miss?
Nunca sonhei ser Miss. Isso surgiu de repente na minha cabeça e decidi tentar a sorte.
O que este título, Miss Luanda, significou para si?
Muito. Na verdade eu não esperava. Diziam sempre que ainda era muito nova. Na época estava com 17 anos. No princípio os meus pais não aceitaram a ideia. Mas depois continuaram do meu lado. Para o que der e vier.
É verdade que a Brigite disse que Luanda foi fundada por Paulo Dias de Novais mais conhecido por Diogo Cão?
Nas vésperas do concurso as candidatas ao Miss Luanda foram convidadas para uma entrevista na LAC e, uma delas, a concorrente número 18 respondeu isso. Depois surgiu a calúnia dizendo que foi a Miss Luanda.
Como Miss Luanda 2008 em que projectos participou?
Trabalhei com a ONG Causa Solidária, Direcção Provincial da Família e Promoção da Mulher, com o Centro de Oncologia e com o GPL. O projecto que mais me comoveu foi com o Centro de Oncologia. Eu vi o quanto as pessoas sofrem, presenciei algumas sessões de quimioterapia nas crianças, um processo muito doloroso e desagradável. Isso mexeu muito comigo.
Os projectos são definidos pelo Comité ou cada miss escreve o seu projecto?
Cada Miss escreve o seu próprio projecto. Mas durante o mandato, eu ganhei muitas mães e amigas. Uma delas aconselhou-me a trabalhar com o Centro de Oncologia.
Porque é que todas as misses acabam por trabalhar na luta contra a sida?
Todos sabem que o HIV é a doença do século. Mas existem, de facto, muitos outros problemas no nosso país que nós podemos ajudar.
Na sua opinião como está a juventude angolana?
A juventude angolana é muito batalhadora e criativa.
Qual é o seu contributo para a nossa nação?
Neste momento é apenas como estudante e trabalhadora.
O que gostaria de ver mudar no nosso país?
O preço das imobiliárias.
Miss Luanda 2008 , 1.ª Dama do Concurso Miss Angola, e Miss África do concurso Miss Mundo fale-nos sobre isso…
Foram todas experiências diferentes, mas benéficas. Sou grata por esses três momentos ímpares da minha vida.
O que mudou em si depois de tantos títulos?
Muita coisa. Surgiram várias oportunidades. Pude conviver com pessoas carentes, desenvolver trabalhos de âmbito social, conhecer pessoas de várias culturas e fazer amizades para a vida.
Como foi trabalhar com a governadora de Luanda durante o seu reinado?
Só tenho que lhe agradecer por tudo, assim como à Direcção da Família e Promoção da Mulher. Ambas fizeram com que deixasse de ser uma menina e me tornasse mulher.
Sempre sonhou ser apresentadora de televisão?
Sim. A paixão pela televisão é muito forte. Fazer o Step Look foi uma grande experiência.
Qual é o seu estilista de eleição na moda angolana?
Lisete Pote.
Quem é o seu namorado?
Não tenho. O meu coração está disponível para amar..
Casar e ter filhos já é uma meta atingir?
Só depois de terminar a minha formação académica.
Considera-se sexy?
Sim.
Já fez uma cirurgia plástica?
Não. Nem tenciono fazer.
Qual foi a compra mais cara?
Foi um vestido. Infelizmente não posso revelar o preço senão o meu pai mata-me.
O que significa Deus para si?
Pai, amigo, companheiro e o meu protector. A pessoa que nunca me vai abandonar.
E a família?
Tudo o que tenho na vida. Eles são os meus pilares.
O que nunca esquece de levar consigo na bolsa?
Espelho e uma fruta. O telefone está sempre na mão.
Sabe cozinhar?
Sou uma cozinheira de mão cheia. Adoro lasanha.
O seu maior sonho?
Terminar a minha formação e ter casa própria.
Suraya Mendes
, Vida/O País

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